Sexta-feira, Dezembro 28, 2007
 

Gabinete do Prefeito
Prefeito trata de projeto teatral com atores gravataienses




Fotos: Secom-PMG/Marcelo Oliveira



Os atores Paulo Adriane e Vítor Antônio Cruz entregaram ao prefeito de Gravataí, Sérgio Stasinski, na tarde desta quinta-feira (27), um projeto teatral que pretendem criar na cidade, em parceria com o Executivo, voltado às comunidades mais carentes. O espetáculo teria 80 minutos de duração, e contaria com a participação de sete atores gravataienses, além da direção teatral de Paulo Adriane. A peça apresentaria seis contos do livro “A vida como ela é”, de Nelson Rodrigues.


"Acho a idéia bastante interessante. Vamos analisar o projeto e dar algumas sugestões, se necessário", frisou o prefeito. Stasinski lembrou que, este ano, o município ofereceu espetáculos gratuitos à população, tais como A Paixão de Cristo e os Autos de Natal, em diversos bairros da cidade, com o objetivo de descentralizar a cultura e oferecê-la a todas as comunidades.


Também participaram da audiência o diretor-presidente da Fundação Municipal de Arte e Cultura (Fundarc) substituto, Amon Costa, e o chefe do Gabinete do Prefeito, Valter Amaral. Uma nova reunião com os atores foi marcada para o dia 8 de janeiro, às 11h, para dar continuidade às negociações de parceria.





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Quarta-feira, Dezembro 12, 2007
 


Teaser - Andrei Fialho que é Jornalista



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Terça-feira, Dezembro 11, 2007
 

Tá na chuva é para se molhar

Tá tá tá eu sei, ando meio sumido aqui do blog, mas tenho meus motivos!!! Meus motivos político-pessoais. Jamais havia me aprofundado tanto nas questões políticas ao ponto de quase não ter mais tempo para lazer e outras coisas. É ouviravida, museu, coordenação de patrimônio histórico, executiva do PT, coordenação da DS, plenária da DS, reunião de trabalho para organização dos eventos e os eventos em si.

Além de tudo isso inventei de estudar para entrar no mestrado de ciência políticas. Toda estrutura da minha vida esta voltada para a política. A pergunta que mais escuto é “ mas Amon tu quer virar político?” Não se deram cona que já sou um, que há dez anos estou enterrado até o pescoço em projetos, debates, cursos, livros, ações, greves, DCES, grêmios, diretórios acadêmicos e todo tipo de política que me desperta interesse.

Nesses anos todos já defini bem claramente de que lado estou quem quero representar e quem me representa. Sei que o momento é péssimo para definir-se como político, juntamente com as putas é uma das profissões mais estigmatizadas, se é que é profissão? Bom, estou nessa há tempos e dificilmente me afastarei dela!!!

Trilha Sonora: Chavela Vargas




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Quinta-feira, Dezembro 06, 2007
 





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Quarta-feira, Dezembro 05, 2007
 

Duas notícias divulgadas nesta terça-feira mostram onde vai parar uma boa parte do dinheiro que poderia sanear as finanças do Estado e como é possível recuperá-lo.

A primeira: o governo do Rio Grande do Sul deixou de arrecadar pelo menos R$ 150 milhões em 2007 por conta da sonegação fiscal, informou hoje a Promotoria de Justiça Especializada de Combate aos Crimes contra a Ordem Tributária, do Ministério Público. Esse valor, segundo a promotoria, corresponde a denúncias oferecidas contra 92 pessoas, desde janeiro deste ano. Desde 2000, mais de mil pessoas foram denunciadas por sonegação, sendo responsáveis por um prejuízo de cerca de R$ 1 bilhão aos cofres públicos. O déficit do orçamento do Estado do RS para 2008 é de R$ 1,278 bilhão.


A segunda: audiências de conciliação realizadas pela 2ª Vara Cível de Caxias do Sul, especializada em Fazenda Pública, possibilitaram a recuperação de R$ 17,8 milhões para os cofres do Estado. Os acordos, informa o site do Tribunal de Justiça do RS, referem-se à cobrança de tributos estaduais devidos por empresas. Três destas empresas acertaram o pagamento de mais de R$ 3 milhões cada uma, representando cerca de R$ 9 milhões.


E esses não são os maiores devedores. Cabe lembrar o caso da empresa Incobrasa, do empresário Renato Bastos Ribeiro, que deve cerca de R$ 114 milhões em ICMS aos cofres públicos. Por falta de atenção nos prazos do processo que tramita na Justiça gaúcha, o Estado do RS pode perder uma ação que corresponde a mais de 10% do déficit anunciado pelo governo para 2008.






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