Segunda-feira, Novembro 26, 2007
 

13 PONTOS PARA MUDAR O PT

1- MUDAR O MODELO DE DIREÇÃO VIGENTE NO PT

Não serve mais ao PT aquele modelo de direção que foi revelado a todos na crise de 2005. Precisamos implementar políticas de transição para outro modelo organizativo, que combine presença institucional com organização de base, democracia interna, formação política e auto-sustentação financeira.

2. DEFESA DO GOVERNO LULA E TRANSIÇÃO PARA UM MODELO PÓS-NEOLIBERAL

O PT deve fazer a defesa intransigente do governo Lula e mobilizar a militância nesta luta, denunciando os complôs da direita e a tentativa de retrocesso neoliberal. Também devemos aprofundar o programa de transformação do Brasil. Precisamos garantir uma profunda reforma do Estado, com planejamento democrático, fortalecimento do setor público e a supremacia do interesse público sobre o dos capitais.

A recente crise do sistema financeiro dos EUA realça a necessidade da adoção de instrumentos de controle dos capitais especulatios e a necessidade de colocar o Banco Central sob controle dos poderes democraticamente eleitos, a serviço do desenvolvimento, do emprego com distribuição de renda e do combate à inflação.

3. CONSTRUIR UM MOVIMENTO NACIONAL PELA REFORMA POLÍTICA

É preciso avançar para uma nova governabilidade. Precisamos constituir, com os partidos com que temos identidades e com os movimentos sociais, uma aliança que afirme uma visão de Estado e sociedade, garantindo sua presença nas decisões institucionais de interesse do povo e enfrentando o tema da reforma política.

4. POR UM SISTEMA NACIONAL DE DEMOCRACIA PARTICIPATIVA

O PT não nasceu para a ação exclusiva nas casas legislativas e órgãos executivos. Além da luta pela reforma das instituições representativas, novas e ousadas formas de participação popular devem ser implementadas em nossos governos. Devemos lutar, na sociedade e por dentro do governo, pela implantação de um sistema nacional de democracia participativa.

5. GARANTIR VITÓRIAS EXPRESSIVAS NAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS E PREPARAR 2010

As eleições de 2008 são importantes para estreitar os laços com as camadas populares e para reconstituir o bloco político-social de esquerda. O DN deve atuar nas cidades de maior peso simbólico para o país e para o partido visando unificar os conteúdos programáticos e ajudar a construir e potencializar vitórias e divulgar os avanços nas administrações petistas.

6. CÓDIGO DE ÉTICA PRA VALER

A Direção Nacional deve aprovar e o partido deve colocar em prática no primeiro semestre de 2008 o Código de Ética interno.

7. CULTIVAR E DIFUNDIR A IDENTIDADE SOCIALISTA

Devemos cultivar a nossa identidade socialista. No processo de formação política dos filiados, devemos associar o socialismo à luta cotidiana pela inclusão social, pela igualdade de acesso aos direitos, contra as discriminações, e reafirmar que fenômenos como o da organização dos trabalhadores na economia solidária representam importante espaço de constituição de um movimento pelo socialismo.

8. AVANÇAR NA SUPERAÇÃO DA DEPENDÊNCIA DA GRANDE MÍDIA

A DN deve tomar medidas, em conjunto com outras forças da esquerda, que aumentem a capacidade de comunicação com a sociedade sem passar pelo filtro de grandes veículos conservadores, adversários das políticas que defendemos; medidas em favor da inclusão digital, pela cultura digital colaborativa, por softwares abertos, e pelo amplo acesso aos meios de comunicação comunitários.

9. A CULTURA COMO INSTRUMENTO DE TRANSFORMAÇÃO

O PT deve aprimorar seu diálogo com os movimentos culturais e aprofundar o debate em torno da agenda cultural, em particular dos temas da economia da cultura, do financiamento, das leis de incentivo fiscais, da descentralização da distribuição de recursos públicos e dos direitos de autor. Devemos destacar produções culturais que afirmem os valores socialistas, contestando o individualismo e o consumismo disseminados no cotidiano.

10. REENCONTRO COM A JUVENTUDE

A Juventude do PT deve estar atenta às diversas manifestações da juventude brasileira. O fortalecimento da juventude petista como expressão do nosso partido entre os jovens está ligada ao reatamento de vínculos entre nós e os grupos e movimentos juvenis, incorporando novas formas de luta política e participando da conquista de direitos que constam do ideário socialista do partido.

11. PELOS DIREITOS DOS SETORES OPRIMIDOS

Devemos implementar as decisões do 3º Congresso em favor de práticas reparadoras de injustiças cometidas contra mulheres, negros, pessoas com deficiência e setores discriminados por sua orientação sexual. O PT deve batalhar junto a nossos governos para ampliar as medidas de superação das desigualdades com políticas públicas que garantam o acesso ao poder na sociedade, ao trabalho bem remunerado, e promovam políticas afirmativas para a população negra e a descriminalização do aborto, aprovada no 3º Congresso.

12. LUTA PELAS REFORMAS AGRÁRIA E URBANA

A reforma agrária deve voltar à agenda de ações do PT. Devemos lutar pela democratização da estrutura fundiária e fortalecimento da agricultura familiar; pela soberania alimentar, produção para o mercado interno e sustentabilidade ambiental. Junto com a reforma agrária o partido se empenhará na reforma urbana, em novas conquistas de direitos do trabalho, como o direito de organização e representação dos trabalhadores nos locais de trabalho, dentre outros.

13. EM DEFESA DO MEIO AMBIENTE, POR UM BRASIL SUSTENTÁVEL

A questão ambiental adquiriu enorme dimensão e importância, resultado de um capitalismo e de uma concepção de progresso predadores dos recursos naturais, destruidores da estabilidade da Terra e geradores de uma alienante relação ser humano/natureza. Hoje essa bandeira já faz parte das reivindicações populares, dada a crescente consciência da gravidade do problema. Cabe ao DN mobilizar o partido em defesa do meio ambiente sustentável.





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Quarta-feira, Novembro 21, 2007
 





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Domingo, Novembro 18, 2007
 

Venezuela – Parte I

Semana passada estava na Venezuela participando do XV Seminário de Formação de Professores para o Mercosul/ Cone Sul, e vivi uma realidade jamais imaginada: a política governamental de Chávez. Mesmo sabendo que as informações que chegam até nós, são sempre tendenciosas por parte da imprensa brasileira, tinha uma idéia crítica “suave” de que Chávez era um político contraditoriamente de esquerda. Quando comecei a conhecer a gente daquele lugar, fiquei chocada. Sob um desencantamento político no âmbito de mudança social e econômica encalacrado no nosso imaginário brasileiro, pude ver de perto como outra proposta é possível não apenas na teoria, mas na práxis. A rede Globo e os principais veículos de informação brasileiros criaram uma verdade tendenciosa grotesca e suja de quem realmente é Chávez e como realmente pensa o povo venezuelano. Ao chegar ao Brasil, percebi que essa imagem sobre a Venezuela já está tão impregnada na maioria das mentes brasileiras, que tornou esse relato, algo difícil de parecer real. As distorções sobre Chávez pela imprensa nacional não me parece nada mais do que medo de dar a louca no Lula e não renovar concessões, como o feito na Venezuela dentro de todas as normas legais existentes.

A Venezuela passa por um momento riquíssimo, onde toda e qualquer pessoa tem conhecimento do que o país está vivendo, buscam por informações, lêem muito, debatem muito. Não encontrei uma sequer pessoa na rua que dissesse: “não entendo nada de política”, como vemos aqui no Brasil. Chávez em seus discursos de mais de 5 horas, cita mais de 6 livros, incluindo literaturas clássicas, e instiga o povo a leitura. A educação no país está no mesmo patamar de importância que o petróleo; os vestibulares foram abolidos, a universidade é para todos; o analfabetismo foi erradicado; até 2014 terão 20 mil médicos retornando de Cuba para a saúde pública e gratuita; qualquer criança de zero anos tem direito a estar na creche; livros são vendidos no camelô (todos os tipos, contra ou a favor de Chávez), e muitos são distribuídos gratuitamente, assim como o material didático; a população se viu obrigada a reunir-se para debater e construir a nova constituição que foi enviada ao Congresso e agora vai a referendo dia 2 de dezembro (e a Globo não noticiou dessa forma); a televisão pública venezuelana transmite tudo que se passa nos países vizinhos da América Latina, lá se sabe mais sobre a conjuntura brasileira do que os próprios brasileiros sabem; a revolução está na educação e no conhecimento; Chávez trabalha fortemente a auto-estima do povo e a identidade nacional, bem como a identidade latina; ou seja, se isso é ser demagogo, populista, criador de lavagens cerebrais e “ditador da esquerda”, como diz a Veja, então que apareçam muitos Chávez no Brasil. A alienação que a imprensa brasileira e a direita nos presenteia, não me desestimulou a ser capaz de sair da Caverna de Platão, e voltar sem medo de contar o que há lá fora.

Escrito por Ingrid Wink que é sociologa.



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Sexta-feira, Novembro 16, 2007
 





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Terça-feira, Novembro 13, 2007
 

FHC? Não me lembro dele!
Você já se esqueceu...

das privatizações criminosas e financiadas com o dinheiro do BNDES?
dos bilhões do PROER?
da compra de votos para a reeleição?
do escândalo SIVAM/SIPAM?
do escândalo SUDAM/SUDENE?
da epidemia de dengue com 200 mil casos?
do envolvimento do Juiz Lalau com a tucanada?
da festa dos bancos Marka e FonteCindam?
da quebra do painel do Senado?
do APAGÃO?
dos bilhões do Banestado?
do escândalo dos Precatórios?
dos aposentados vagabundos?
que a dívida que saltou de US$61 para 750 BI?
da menor taxa de crescimento da história republicana?
da Caravela dos 500 anos?
do fiasco da PETROBRAX?
do Brasil ter quebrado 3 VEZES?
do Brasil capacho do FMI?
das 50 CPIs barradas?
da quase "entrega" da Base de Alcântara aos EUA?
que a SELIC já foi a mais de 30%?
que os Sanguessugas e os Vampiros da Saúde são do governo dele?
Que a corrupção nos Correios começou em 1998?

Esqueceu? Parabéns, otário!



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Sábado, Novembro 10, 2007
 


O mundo é vermelho!!!!!!!!



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Sexta-feira, Novembro 09, 2007
 

Major do Bope ironiza morte de seqüestrador do 174

Absolvido pela Justiça da acusação de assassinato, o major do Bope Ricardo Soares narrou em palestra a cerca de 130 policiais de todo o país como o seqüestrador do ônibus 174, Sandro do Nascimento, 21, morreu dentro de um camburão no Rio, em junho de 2000. O relato foi feito no fim de semana, em Porto Alegre.
"Eu não fiz questão realmente de ressuscitá-lo muito, não. Foi embora!", declarou, provocando risos na platéia. "Vou ser sincero: entre ele e eu, vai ele, porque tenho muita vida pela frente, se Deus quiser", disse. Soares --capitão do Bope em 2000-- descreveu como, após resistência de Nascimento no carro policial, asfixiou o criminoso até ele desfalecer.

Embarquei junto com Sandro. (...) Ele lutou muito conosco. Dois camaradas, dois soldados, estavam segurando as pernas dele, ele me mordeu, tentou se livrar do golpe e eu acabei apertando o pescoço dele, e aí ele desfaleceu. E eu não fiz questão realmente de ressuscitá-lo muito, não. Foi embora! (risos) A verdade é essa", disse, em relato gravado.

Site da Folha de São Paulo 09 de setembro de 2007
Artigo retirado da Folha de São Paulo.


Sabe do que eu tenho medo? De estarmos entrando num estado de fascismo, num estado de violência banalizada, num estado de guerra civil, mergulhar no caos, eu e minha família já somos números da violência urbana e mesmo assim minhas idéias de paz são inabaláveis. O caos que estamos não será resolvidos por mais 3000 majores como esse! Nada de defender seqüestrador, mas me questiono muito quem é bandido quem é mocinho nessa história!!!!

Porra será que Jesus, Gandhi, John Lennon, Bob Marley, Madre Tereza, Martin Luther King, Buda e outros não deixaram nenhum recado nesse sentido!!!
>Trilha Sonora-John Lennon e Paul Mccartney- Give Peace a Chance





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Quarta-feira, Novembro 07, 2007
 

Tim Festival uma semana depois

Pois então, passada uma semana do grande evento na “big aplle” brasileira, São Paulo, vou escrever sobre o Tim Festival, pois acredito que agora já tive tempo para pensar e um certo distanciamento emotivo, que só iria atrapalhar. Pois aí vai minha impressão sobre os shows, na ordem em que aconteceram. Como só assisti os shows do domingo, dia 28 de outubro, as outras noites serão solenemente ignoradas, assim como o nome dos componentes das bandas e etc. Vou tentar colocar apenas o que senti de cada show.

Spank Rock, barulho de primeira

Quando cheguei ao Anhembi o show dos caras já estava rolando, a primeira coisa que me chamou atenção foram os tambores misturados a um som eletrônico e pesado, que só davam um certo tom irônico ao nome da banda. Enfim, foi um bom show de abertura, surpreendente até.

Hot Chip, flex power

Tomei o cuidado de na escutar nada dessa banda antes de ir para os shows, então não tinha a mínima idéia do que iria escutar. E gostei do que vi e ouvi. Uma mistura de eletrônica, hip hop, rock e boas melodias transformou o Hot Chip em uma espécie de banda flex power, que conseguiu agradar a todos que já estavam no recinto. Som bem bacana, que me fez ir atrás dos sons da banda quando voltei pra casa.

“Oprigato” Bjork

O show da islandesa Bjork era o que mais me dava medo. Não que eu tenha algum preconceito bobo contra as cantoras islandesas, mas por que dela pode-se esperar de tudo, desde um excelente show com uma musicalidade acima da média devido a qualidade de sua música, ou um show mais frio que as terras gélidas da Iceland. Tudo depende do estado de espírito da moça. E ela estava inspirada, com uma banda que tinha um tecladista, um operador de computador, um naipe feminino de metais e outras coisas estranhas e poucos convencionais, ela tocou o terror e fez um baita dum show. Confesso que não gosto muito dos últimos discos dela, me passam a impressão de que ela pirou de vez, mas os três primeiros são muito legais, e foi por essa fase que ela concentrou o set list. Muito tranqüila e simpática ela tentava interagir com o público em um português sofrível e muito engraçado. Gostei demais, e acho que foi um dos melhores shows da noite.

Juliette and Licks, um show mais ou menos

Primeiro lugar, sou muito fã da Juliette Lewis atriz, desde o Cabo do Medo, sem falar na Malory Knox do Assassinos por Natureza, então o que vou escrever, acho, ganha até mais autenticidade. Bem, a banda é muito boa, cozinha competente e um guitarrista que segura a onda. O problema parece ser a própria Juliette, pois ela tem que segurar o show todo em suas costas, um pouco porque todos vão lá pra vê-la, e outro que as músicas são confessionais. Daí ela se perde um pouco, pois mesmo com todo o carisma, ela não consegue esconder que é uma cantora amadora. Ela se perde em algumas passagens de tempo das músicas e banda tem que se virar para acompanhá-la. Mas entre mortos e feridos foi um bom show, agitou a galera, mas foi impossível não perceber que a banda é profissional demais pra Juliette.

Artic Monkeys, the best of riffs…

O melhor show da noite. Indiscutível. Desde que o homem descobriu um uso útil para guitarra é a mesma coisa, pois pra mim não são os solos de guitarra que fazem uma música ser inesquecível, e sim os riffs. AC/DC, Rolling Stones, Deep Purple entre outros estão aí pra provar isso. E o Artic segue essa linha, todas as músicas tem um riff pegajoso e muito saboroso. Um baixo e uma bateria competentes também faziam parte do show. O vocal arrastado como se estivesse conversando com o público, letras bacanas falando sobre os dramas juvenis, sempre eles, completam o pacote. Foi um festival de boas músicas, realmente muito bom, até para quem não conhecia nada da banda era impossível ficar parado. Thank you, God save the Monkeys.

Kill the Killers

Não sei se os rapazes do Killers simplesmente deram o azar de fechar a noite depois do show maravilhoso do Artic Monkeys, ou se ficar quase oito horas em pé afetou meu cérebro, mas vou escrever o que eu senti. Pois, pra mim foi o pior show da noite, tanto que nem fiquei até o final. A impressão que me passou foi a mesma da Imperatriz Leopoldinense no carnaval carioca, muita luz, muita purpurina, muito luxo, porém pouca emoção. Tudo muito perfeitinho, marcadinho, e um vocalista que se acha o novo Freddie Mercury, a última bolachinha do pacote. Ele não é isso, alias nem sei porque ele chegou a essa conclusão. Ergueram o volume ao máximo do tolerável, e fizeram exatamente isso, um show frio e sem inspiração. Mas tudo isso pode ser imaginação minha, e tomara que eu tenha apenas imaginando tudo aquilo... Acho que era isso.


Escrito por Euclides Bitelo que é jornalista






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Segunda-feira, Novembro 05, 2007
 





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Sábado, Novembro 03, 2007
 

O pensamento da morte

O ano de 2007 tem sido um ano de grandes aprendizagens, um ano de observações, analises, experimentações, uma das coisas inéditas que experimentei foi à lida com a morte. Pode parecer mórbido falar disso ou pensar nisso, mas a o evento morte, causa uma profunda e radical filosofia sobre a vida seus valores e seus significados.]

Sinto uma felicidade melancólica em viver no meio dessa confusão de ruas, poluição, disputas e egoísmos, sinto que cada vez mais quero viver, escutar vozes, música, prazeres, realizações, impaciências, tatuagens e afins. Compreender a fragilidade da vida e a inevitabilidade da morte é umas das supostas essência do humano, se é que o humano tem essência, Sartre que se revire no tumulo!!!!

Como é estranho e paradoxal, que a única certeza da vida seja a tal de morte!!! Essa idéia age sobre todos da face da terra, sinto-me a humanidade ocidental e racionalista se recusa absolutamente a pensar na idéia da morte e gostaria muito de contribuir para lhes tornar a idéia da vida ainda cem vezes mais digna de ser pensada com elementos de engajamento e transformação. Não que eu esteja 100% preparado para lidar com o evento morte, sei que ele sempre é muito traumático, deixa seqüelas sim, mas aprendi bastante com ela!!!

Amon Costa

Trilha Sonora: Astor Piazzola



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