Quarta-feira, Outubro 31, 2007
Palma palma , não priemos cânico, teremos coisas novas por aqui!!!
É só uma questão de tempo, tempo ao tempo....
A vida anda meio corrida, eu ando meio sumido e a tênencia é piorar!!!
posted by AMON DA COSTA
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Quarta-feira, Outubro 24, 2007
Como todos sabem sou Chavista desde sempre, até porque sou Bolivariano desde sempre, até por que sou internacionalista desde sempre.
Agora é a vez da companheira e irmã Ingrid Wink, conhecer e perceber alguns elementos da Venezuela.
A Ingrid estará na Venezuela poucos dias em novembro e de lá vai tentar enviar fotos, textos e suas ideias do que é a revolução em curso no nosso vizinho e com ceretza quando ela voltar vamos organizar um bom debate.
AHHHH a companheira Haidy Carolina Sierralta poderia entrar em contato comigo ou envira via e-mail sues telefones para contato revolucioário!!! Urgente!!
posted by AMON DA COSTA
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Sábado, Outubro 20, 2007
Tropa da Elite
Havia recebido muitos artigos e comentários sobre o filme tropa de elite, assim como todos eu vi o filme num formato digamos um tanto quanto alternativo, baixado da web, qualidade boa, som bom, tudo como os outros milhões de expectadores que também assistiram ao filme de forma alternativa, sabe estava vendo na televisão e um monte de gente do morro do Dendê, da rocinha entre outros, já haviam visto o filme pirateado.
Bom vamos aos fatos, o filme enquanto produção cultural de entretenimento é tri bom, é no estilo cidade de deus, mantendo o grande momento do cinema nacional, porém o filme reproduz uma série de valores e verdades podres, podres por dentro e por fora. Tipo caracterizando o estado brasileiro como completamente falido.
Não serei eu o defensor do estado brasileiro e muito menos da policia carioca, mas no filme fica evidencia uma corrupção endêmica de todos os níveis do estado. Sabemos que é uma realidade, mas não generalizada, é obvio que muitos da policia carioca esteja com muito rancor do filme.
Outra moral que é reproduzida pelo filme é de que os maconheiros e o mercado de drogas varejista financia o crime organizado, meu deus do céu isso é um reducionismo infantil, imbecil e altamente alienante. O filme chega até esboçar algum conceito de contradição social, luta de classe, mas deixa se tomar pelo factóide. Todo mundo que da um tapa num beck agora é culpado pela falência do estado, pela corrupção da policia e pelos 400 anos de escravismo que formataram as favelas e morros de todo brasil.
Sim, os que dão um tapa na boneca têm sua contribuição social para engrenagem do crime, mas se assumirmos esse reducionismo besta, o cara que vende uma cacetinho para um traficante esta alimentando o crime, a loja de roupas que aceita dinheiro de uma traficante esta vestindo o crime¿
Para acabar a pior de todas as morais, primeiro acharem que os queridinhos do bope são incorruptíveis, isso não existe, outra é que fica claro e enaltecido o fascismo da tropa de elite da policia carioca. Com frases de efeito tipo, o BOPE sobe o morro para matar e não para morrer. Tipo assim estão aos poucos construindo no Brasil uma espécie de darwinismo social, um discurso anti-pobre, um discurso de que o dialogo da bale deve prevalece. Colocar o BOPE como mocinho e deslocar o propositalmente a raiz do problema, tampouco estou defendendo traficante de arma e de drogas. O bom e velho Marx sempre perto das idéias, LUTA de classes, digamos que o nome do filem não deveria ser tropa de elite e sim tropa da elite.
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Quinta-feira, Outubro 18, 2007
Sessão Plenária na aldeia
Ontem (16/10) na sessão plenária da Camara de Vereadores de Gravataí, nosso “Matusalém parlamentar”, Jarbas Tavares, na sua tradicional verborréia legislativa comparou e insinuou que o Governo municipal seria nazista, tal insinuação ignora totalmente quaisquer conhecimento histórico.
Jarbas provavelmente não sabe o que foi o nazismo, o que representou para história da humanidade e a profundidade de uma insinuação desde porte. Pingos de leitura e de conceitos ideológicos fariam um bem danado ao vereador, que já foi do MDB, PTB, PC do B, PL, PR , PSB e agora retorna ao PMDB.
Amon Costa
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Quarta-feira, Outubro 17, 2007
Viva o saci
Todo ano milhares de jovens preparam suas fantasias e esperam ansiosamente a festa “Halloween do Paladino”(que não existe mais), uns vestidos de ET’s, outros de enfermeiras, e assim, com a criatividade da mentalidade jovial, elaboram alegorias muitas vezes inusitadas para eles mesmos. A questão é, qual é o conhecimento deles sobre o que realmente significa o Halloween?
O Halloween foi uma forma de relembrar as tradições dos povos que habitavam as ilhas que formavam a Grã-Bretanha e os povos da Gália lá por volta dos anos 600 a.C. até 800 d.C. a sua origem, porém, não estabelecia, como hoje, uma relação com bruxas, era puramente um festival que marcava uma data sagrada para o povo celta da Irlanda, chamado de Festival de Samhain, celebrado entre 30 de outubro e 02 de novembro, essa data era chamada de o fim do verão (que era o significado da palavra Samhain). O fim do verão era considerado como um ano novo para os celtas.
A capacidade de solenizar a cultura de outros povos é louvável, mas não entendo o porquê da aversão da maioria desses jovens a nossa própria cultura, será que se fosse organizada uma festa para celebrar qualquer acontecimento histórico, cultural brasileiro, haveria a mesma motivação? Chegou a hora de valorizar as milhares de tradições existentes no nosso país, tradições herdadas dos povos negros, do nordestino, do alemão, do italiano, do japonês, enfim, das milhares de raças que, verdadeiramente, colonizaram o brasil, e que faz, dessa combinação de raças, um país maravilhoso e repleto de opulência cultural.
Viva a mula sem cabeça, viva o negrinho do pastoreio, viva o boi-de-mamão, Boi Tatá e Viva o saltitante Saci Pererê!
Escrito por Pedro Henrique Closs Thomé é acadêmico de Ciências Socias.
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Quinta-feira, Outubro 11, 2007
Tava de saco cheio do msn, do orkut e toda pseudobaboseira que faz a gente ficar na frente do computador a única boa é escutar um Charly Garcia, bom pensei em escrever algo ligado a ficção, sei lá algo do nada, bom foi isso que saiu o primeiro conto da minha vida! Não tem título e vou escrevendo assim quando der na telha...AAaaa não tem título ainda...
Rosa entra no msn: Hola Chico!
Chico responde: Oi mujer!
Rosa: Que estas fazendo?
Chico: Olhando vídeos dos Los hermanos no youtube, pq?
Rosa: Vou ai na tua casa quero terminar aquela conversa, só que mais séria...
Chico: Ai meu Deus, que será agora!
Rosa: Nada de deus fica frio é aquele mesmo assunto
Chico: Ok pode vir, vou fazer um chimas.
Rosa era mulher menina, aquelas que não se resignava em envelhecer espiritualmente, conservava todo o arquétipo de menina-mulher, tatuagens da Mafalda, óculos de grau retangulares retrô, cabelos pseudocurtos, pois estava tentando deixar crescer pela 22º vez. Professora de história, envolvida até o último fio de cabelo com política de suas vária facetas. Chico era jornalista, quer dizer era diplomado em jornalismo, mas não sabia muito bem para que servia aquela profissão, vivia em crises existenciais, queria ter sido poeta, pescador, bombeiro, velejador, queria saber tocar violão, na verdade queria ser um dos Los Hermanos, sem barba é claro, barbudos não conseguem emprego em nenhum lugar! Barbudos, bigodudos, sem barba, cabelo curto, comprido, na real ninguém consegue emprego de nenhuma forma mesmo. Não suportava a idéia de continua a viver em Gravataí, o aeroporto Salgado Filho era a única saída.
-Oi, vamos direto ao assunto, não quero complicar as coisas. Vou te fazer uma proposta, quer entrar para o Partido? Se aceitares tenho um mundo novo para te oferecer.
-Eu! No partido? Chico fechou a cara, como se estivesse chupando limão, não entendia por que sua melhor pseudo-amiga sempre fazia essas propostas, pseudo-amiga por que já havia rolando alguns beijos e Chico sempre ficou meio esperançoso de algo.
-Ok, Rosa, me responde por que queres que eu entre para o partido? Vem cá, essa estória de entrar para o partido é para o meu próprio bem, para o teu próprio bem ou para o bem há humanidade como um todo hehehehe?
>Para teu próprio bem! Não me olhe com essa cara de alemão assustado Chico, não sou sargenta recrutadora do Partido, na real o partido nem precisa de ti, tu é muito inteligente, mas isso tem de sobra no partido, acho que é tu que tem a necessidade de estar lá.-
Para meu bem? Eu necessidade? Vivo cercado de pessoas que só se preocupam com eles próprios e me admiram por principio. Ninguém jamais me fala de mim mesmo. Eu próprio tenho dificuldade de me encontrar, achas mesmo que eu tenho que tomar uma posição dessas?
-Acho! Tu não sente que tem essa necessidade?
Chico sorriu tristemente, estava pensando na Espanha ou na Itália, ou melhor, Inglaterra.
-Chico, é isso que te falta te libertar, te libertar sair dessas mini burguesia, já te considero ideologicamente um cara livre, já conseguiste te livrar de preconceitos e tens bem claro de que lados estas, mas para que serve essa tal liberdade se não é para tomar posições na vida? Já tens 29 anos, bem gastos na tentativa de libertar-se, cara tu já cortou teus laços com essa mesquinharia aqui do centro, mas o contrário não aconteceu, tens que te ligar aos outros, só a minha amizade de esquerda não vale!
-Não vale?
-Sim vale, sempre és super divertido Chico, sempre muito alternativo, companheiro, compreensivo, justo, sempre...Cara tu renunciou muita coisa por ser diferente, por pensar diferente, renunciou um bom trabalho com teu pai ou com algum figurão amigo dele, renunciou esse amigos mauricinhos, renunciou muita coisa da tua própria raiz, renuncia agora tua própria liberdade. E um outro universo vai se abrir par ti...
Continua...
posted by AMON DA COSTA
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Quarta-feira, Outubro 10, 2007

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Terça-feira, Outubro 09, 2007
Aprendimos a quererte
Desde la histórica altura
Donde el sol de tu bravura
Le puso un cerco a la muerte.
Aquí se queda la clara,
La entrañable transparencia,
De tu querida presencia
Comandante che guevara.
Tu mano gloriosa y fuerte
Sobre la historia dispara
Cuando todo santa clara
Se despierta para verte.
Aquí se queda la clara,
La entrañable transparencia,
De tu querida presencia
Comandante che guevara.
Vienes quemando la brisa
Con soles de primavera
Para plantar la bandera
Con la luz de tu sonrisa.
Aquí se queda la clara,
La entrañable transparencia,
De tu querida presencia
Comandante che guevara.
Tu amor revolucionario
Te conduce a nueva empresa
Donde esperan la firmeza
De tu brazo libertario.
Aquí se queda la clara,
La entrañable transparencia,
De tu querida presencia
Comandante che guevara.
Seguiremos adelante
Como junto a ti seguimos
Y con fidel te decimos:
Hasta siempre comandante.
Aquí se queda la clara,
La entrañable transparencia,
De tu querida presencia
Comandante che guevara.
Carlos Puebla
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Segunda-feira, Outubro 08, 2007
Partido da RBS
Os editores dos jornais Zero Hora e Correio do Povo entraram em campo para defender o tarifaço proposto pela governadora Yeda Crusius (PSDB). A cobertura dos dois jornais nos últimos dias abandonou qualquer sutileza. A do Correio consegue ser ainda mais escancarada que a de ZH. O jornal exibe os seguintes títulos na edição desta segunda-feira: “Governo aperta cerco à sonegação”, “Corte de cargos trará economia de R$ 7 milhões”, “Serra devolve parte do ICMS a cidadão”. Já a ZH exibe na manchete: “Pacote contra a crise expõe contradição em posições de deputados”. As contradições apresentadas na matéria são as dos deputados que resistem ou se opõem ao tarifaço. O texto fala das contradições de deputados governistas que já aprovaram aumento de impostos em passado recente (governo Rigotto) e de deputados oposicionistas que, segundo ZH, teriam apresentado a mesma receita durante o governo Olívio. Nenhuma linha sobre as contradições de Yeda que foi eleita afirmando que aumentar impostos era coisa do “velho jeito de governar”.
Em sua edição dominical, o veículo da RBS dedicou três páginas ao tema, sendo que uma delas destacava em manchete: “Os inimigos do aumento de ICMS”. No sábado, o jornal dedica um editorial à crise, defendendo que "não é hora de fazer diagnósticos dos descaminhos que levaram à crise” e que é preciso enfrentar o problema de “sustentar um Estado gigante, cada vez mais voraz e ao mesmo tempo incapaz de se autogerir e cumprir com suas obrigações”. Do outro lado do “Estado gigante”, segundo o editorial, está o Rio Grande privado e moderno, que implementa conceitos de qualidade total. O texto sintetiza bem a ideologia que atravessa os governos Britto, Rigotto e Yeda: defesa da “modernidade” do setor privado contra o “anacronismo” do Estado; diluição de responsabilidades e amputação da memória. O que pode significar a afirmação: “não é hora de fazer diagnósticos”?
Durante o governo Britto, os representantes da “modernidade” aplaudiram entusiasticamente e mesmo participaram ativamente das privatizações (caso exemplar da RBS), das políticas de renúncia fiscal, guerra fiscal e de enxugamento do Estado. Diziam, então, que esse era o caminho para o RS crescer. Cresceu? Em artigo na Carta Maior, Miguel Rossetto defende que o conjunto dessas políticas agravaram profundamente a capacidade de financiamento público do Estado. Quando o governo Olívio Dutra procurou questionar temas como os da renúncia fiscal, da matriz tributária e da renegociação da dívida, foi acusado de promover a “insegurança jurídica”, o desrespeito a contratos e a “fúria arrecadatória”. Agora, diz ZH, é hora de esquecer o passado, não ficar perdendo tempo com diagnósticos e apostar nos programas de qualidade total de gestão para enfrentar o “Estado gigante e anacrônico”. O que os deputados e deputadas do chamado campo de esquerda, que derramaram-se em elogios à RBS recentemente, tem a dizer sobre isso? Acham esse discurso que articula política e ideologicamente a direta gaúcha (existe, afinal, uma direita gaúcha?) uma expressão de uma imprensa plural e moderna, exemplo de responsabilidade social?
posted by AMON DA COSTA
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Segunda-feira, Outubro 01, 2007
Atenção para mais um detalhe interessante da pesquisa Ibope.
Fogaça foi apresentado aos eleitores como sendo do PMDB, conforme está publicado nos infográficos de Zero Hora. Segundo o Ibope, a pesquisa foi realizada entre 22 e 26 de setembro, período no qual Fogaça ainda estava no PPS. Mas o prefeito de Porto Alegre anunciou sua saída do PPS somente no dia 28 de setembro, depois das entrevistas, portanto. Quando realizou a pesquisa, o Ibope já sabia que Fogaça mudaria de partido? E, mesmo que já soubesse, como identificou a sigla partidária de Fogaça? Os gráficos publicados em ZH apresentam as perguntas apresentadas aos eleitores e o resultado. Numa das perguntas, por exemplo, aparece: “Se as eleições para prefeito de Porto Alegre fossem hoje, em quem você votaria?”. Na resposta, Fogaça é apresentado como sendo do PMDB. Quando a pesquisa foi feita, ainda não era. Clarividência política?
posted by AMON DA COSTA
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